terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O INOCENTE



Lutar até a exaustão é a solução,
sempre há uma chance...


Conta uma antiga lenda que na
Idade Média, um homem muito
religioso foi injustamente acusado
de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor era uma pessoa
influente do reino e por isso,
desde o primeiro momento se procurou
um bode expiatório para acobertar o
verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento,
já temendo o resultado: a forca!
Ele sabia que tudo seria feito
para condená-lo e que teria poucas
chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado
para levar o pobre homem à morte,
simulou um julgamento justo,
Fazendo uma proposta ao acusado
que provasse sua inocência.

Disse o juiz: "Sou de uma profunda
religiosidade e por isso deixarei sua sorte
nas mãos do Senhor. Escreverei
em um pedaço de papel a palavra “Inocente”
e em outro pedaço, a palavra “Culpado”.
Você sorteará um dos papéis e
aquele que sair será o veredicto.
O senhor decidirá seu
destino", determinou o juiz.





Sem que o acusado percebesse,
o juiz preparou os dois papéis,
mas em ambos escreveu “Culpado”
de maneira que, naquele instante
não existia nenhuma chance do
acusado se livrar da forca.
Não havia saída.
Não havia alternativas para o
pobre homem.

O juiz colocou os dois papéis em
uma mesa e mandou o
acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos
e pressentindo a intenção,
aproximou-se confiante da mesa, pegou
um dos papéis e rapidamente
colocou na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram
surpresos e indignados com atitude do homem.

"Mas o que você fez? E agora?
Como vamos saber qual seu veredicto?"
"È muito fácil", respondeu o homem.
"Basta olhar o outro pedaço que sobrou
e saberemos que acabei engolindo
o seu contrário."

Não tendo outra saída
o juiz mandou liberar o homem.


Moral da História:
Por mais difícil que seja a situação,
não deixe de acreditar até o último
momento.

Saiba que para qualquer problema
há sempre uma saída.

Não desista, não entregue os pontos,
não se deixe derrotar.
Persista, vá em frente, apesar de
tudo e todos, creia que pode conseguir.


(texto de autor desconhecido, enviado por Wilma Carneiro de Campos)

sábado, 5 de dezembro de 2009

CANÇÃO DA TERRA... sempre atual

Esta música (Earth Song) foi composta por Michael Jackson e lançada em 1995.
Embora seja meio antiga e muitos não a conheçam, eu a considero atualíssima. De lá pra cá, só vemos o avanço da humanidade em prol da tal "civilização moderna", e quem paga é o próprio planeta e, consequentemente, nós mesmos.




Quando o ser humano entenderá que destruir o planeta é destruir a si mesmo?

Somos os únicos seres vivos que dominam os outros, incluindo os semelhantes. Destruímos por poder, por cobiça, por vaidade. Alguns destroem por prazer. Que lástima! Tão fácil "destruir", tanto quanto "ficar de braços cruzados".

Todo processo de "construção" leva tempo e exige paciência, entretanto, os resultados e o sentido de realização e prazer são maiores.
De que adianta falar de sustentabilidade, como se fosse "moda" ou "status", se valores essenciais como a ética, a educação e o respeito são deixados de lado?

Discursar é fácil! Executar é difícil, pois exige esforço e disciplina. Em alguns casos, é falta de uma boa educação!

Hoje, caminhando pela rua pude observar várias cenas similares. Uma senhora jogando um saquinho de plástico pelo carro, um rapaz jogando bituca de cigarro no chão, várias pessoas pegando panfletos e, em seguida, jogando displicentemente.

Quem mora em São Paulo se depara com isso com tanta frequência, que muitos se acostumam ou adotam a mesma atitude. "Jogar lixo" nas ruas é um dos maiores problemas nas inundações, sobretudo nessa época de chuvas torrenciais.

Podem me chamar de "chato", mas sou daquele que não joga nem papel de bala na rua. Guardo no bolso e jogo num lixo. Por que? Porque fui educado assim. Tudo é questão de hábito. Bons hábitos criam boas condutas.

E você? Se por acaso já jogou lixo na rua, já tentou mudar e criar um novo hábito? Aceite o desafio!

Se cada um fizer a sua parte, teremos um planeta mais limpo e verdadeiramente sustentável.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

PARA PENSAR...

Existe apenas uma idade para sermos felizes,
apenas uma época da vida de cada pessoa em que é possível sonhar,
fazer planos e ter energia suficiente para os realizar
apesar de todas as dificuldades e todos os obstáculos.



Uma só idade para nos encantarmos com a vida
para vivermos apaixonadamente e aproveitarmos tudo com toda a intensidade,
sem medo nem culpa de sentir prazer.




Fase dourada em que podemos criar e recriar a vida à nossa própria
imagem e semelhança, vestirmo-nos de todas as cores,
experimentar todos os sabores e
entregarmo-nos a todos os amores sem preconceitos nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que toda a disposição de tentar algo de novo e de novo quantas vezes for preciso.




Essa idade tão fugaz na nossa vida chama-se presente e
tem a duração do instante que passa..

[Mario Quintana]

CAMISETAS UNIVERSITÁRIAS

Pessoal,

Recebi essa do meu amigo Ken tem um certo tempo e resolvi postar hoje. É impressionante a criatividade do ser humano, rsss... É apenas um texto que foi veiculado na net, portanto, não se ofendam. Vale a criatividade e o senso de humor, rsss...


Tudo começou quando a Turma de Direito da Faculdade resolveu transformar uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus:
“Seu namorado faz Direito? Vem cá que eu faço!”

Aí o pessoal de Medicina resolveu provocar:
“Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu.”

A turma de Administração não deixou por menos:
“Não adianta conhecer o corpo, fazer direito se não souber administrar o que tem!”

E a galera da Agronomia:
“Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!”

Depois a Publicidade:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca, se depois não puder contar pra todo mundo?”

Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência pra fazer várias vezes?”

Mas a frase campeã foi a da Economia:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência pra fazer várias vezes, se mulher gosta mesmo é de dinheiro?”

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Extraído da Revista Where Curitiba – Ano 4 – Edição 34 – Set 2005 – Seção: O que rola na Internet