Nasci para aprender.
Vivo para aprender e, por mais que esteja consciente disso, não é nada fácil.
Aprender significa crescer, amadurecer e melhorar, mas também significa lidar com limites, dificuldades e dores.
Aprender a ser flexível em alguns momentos.
Aprender a brigar por aquilo que eu acredito.
Aprender a conhecer o outro, me conhecendo.
Aprender a me conhecer, descobrindo o outro.
Bem, estou nessa vida, dando o melhor de mim, para ser um bom "aprendiz"! Então... "viva la vida"!!!
Este é um vídeo que não me deixa esquecer do quanto é importante o que falamos. Não me refiro somente ao "conteúdo", mas... ... a "forma" de falar (tom, ritmo e inflexão de voz).
Muitas pessoas perdem a razão ou o direito de estarem certas pela forma como se expressam.
O maior responsável da comunicação é aquele que a emite! Não quem a recebe.
Edgar Mueller é um brilhante artista alemão, que utiliza "ruas" como suas telas.
Observando do ângulo certo, a pintura tridimensional torna-se uma perfeita ilusão.
O trabalho abaixo "Ice Age", levou 5 dias e ocupou aproximadamente 250 metros quadrados.
Veja o passo-a-passo de sua obra prima... simplesmente fantástico!
Box 1824 é uma agência de pesquisa especializada em tendências de consumo e comportamento jovem.
Fundada em 2003 por Rony Rodrigues e João Mognon Cavalcanti, a Box 1824 adota uma estrutura descentralizada de trabalho e metodologias pouco ortodoxas na pesquisa de mercado qualitativa, como a invasão de cenários[2]. A Box 1824 não tem sede formal, sala de reuniões, horário fixo ou cartões de visita. A empresa adota o conceito de home-office e não cobra jornadas, estabelecendo com os colaboradores uma política de cronogramas e metas a cumprir.
Em novembro de 2010 a empresa produziu o filme We All Want to Be Young[8], um resumo dos resultados de diversos estudos realizados nos últimos 5 anos sobre o comportamento jovem, focados especialmente no grupo dos millennials (também chamados de Geração Y).
Um cara ávido para aprender, mas que toma coca-cola ou tang. Gosto de observar, a esmo, de comer muita salada, mas não sou herbívoro (tampouco vegetariano). Já quebrei vários ossos, já sei usar furadeira, mas detesto mexer com parte elétrica. Adoro refletir sobre a vida, discutir sobre temas diversos, mas me falta experiência em muitas coisas. Aprendi a cozinhar, sei me virar sozinho, exceto quando estou carente. Adoro música, do clássico ao pop, fritas crocantes e... crianças. Priorizo os estudos e o trabalho, mas sou distraído e desligado em várias coisas.
Assisti muito Picapau e Tom & Jerry, comendo pipoca ou bolinho de chuva. Sempre derrubo coisas nas prateleiras do supermercado, mas não preciso de óculos. Cometo gafes que dariam pra fazer um livro.
Psicologia é minha praia, mas não sou do tipo que interpreta tudo. Tímido por natureza, bom ouvinte, mas ansioso. Amo minha família, sou caseiro e não curto baladas. Sou péssimo pra me localizar geograficamente e preciso de um GPS implantado no cérebro. Adoro bolo e sou comilão, mas sou disciplinado e faço muitas abdominais diariamente.
Já experimentei comidas diferentes, fui muito no Playcenter, e gostava de baladas na adolescência. Não sei dançar, não sei pilotar moto, não sei muita coisa. Sou intuitivo, odeio mentira, gente falsa e manipuladora. Sou exigente comigo mesmo. Crítico e severo, mas jogo tudo fora quando estou feliz. Colecionava carrinhos em miniatura, detestava brincar com a minha irmã. Já joguei vôlei, tênis de mesa, futebol e handbol. Hoje não jogo nada, além de sujeira no lixo.
Não sei jogar pôquer ou truco e nem me interesso em aprender. Não sei tocar nenhum instrumento musical. Fiz muito pen spinning, empinei pipa, brinquei na rua. Adoro pastel de feira, ouvir histórias fascinantes e conhecer pessoas interessantes. Detesto quiabo, mas adoro cebola. Nunca colei numa prova, já deixei pessoas tristes, mas também já me magoaram. Sou otimista, tenho fé em Deus e penso no meu futuro. Acredito nas pessoas e por vezes, sou meio ingênuo.
Aceito minhas fragilidades, mas também sou forte. Sou orgulhoso, leal e fiel. Sou ciumento, cuidador e inseguro. Aprendi que nem tudo é como deveria. Me revolto com as injustiças de todos os tipos. Sou uma incógnita. Sou fácil de entender. Sou complicado.
Sou complexo... Sou simples...
... simplesmente, o Du ^^
"Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo..." [Fernando Pessoa]
Meu processo de aprendizagem está relacionado com a minha capacidade de análise e síntese que extraio do meu cotidiano, porém nem todas as descobertas são agradáveis.
Pra quem me conhece, vira o "sincericídio"!
DESCOBERTAS PESSOAIS ... É curioso perceber que as pessoas perguntam coisas, mas, decidem a resposta que querem ouvir.
Todos têm direito de falar o que quiserem, Porém deviam aprender a escutar também.
Há momentos que precisamos nos retirar, nos afastar, pois só assim nos “vemos” verdadeiramente: nossas limitações e alcances.
Embora a tecnologia ajude a humanidade Tem hora que o celular ou a internet Não me fazem a menor falta!
Uma das coisas que gera muitos conflitos Está relacionada com as crenças de cada um. Quando você tenta convencer alguém da “sua” verdade Deveria perceber que ela é sua, e não da outra pessoa.
Notei que ser naturalmente reservado Gera curiosidade, especulação ou invasão.
Se todos já passaram por um momento difícil na vida, Por que é tão difícil entender que cada pessoa Reage de uma forma diferente?
Descobri que uma boa ação me faz bem, Porém há pessoas que não merecem recebê-la.
Descobri que pessoas que adoram receber, Dificilmente têm a capacidade de se doar. Apenas sabem cobrar ou se portar de vítima.
Hoje quero falar de um espaço da casa,
que considero essencial: a COZINHA!
Não sei como é na sua casa, mas na minha,
cozinha é mais que um local para fazer as refeições.
Quando morávamos em São Paulo,
tínhamos uma casa grande (sobrado)
e uma cozinha enorme.
Era o lugar onde recebíamos os familiares
e os amigos mais próximos, seja para papear,
tomar um café ou até para estudar.
(adorava isso!)
Minha mãe sempre nos educou desde pequenos a ajudar
nos afazeres domésticos, principalmente na cozinha.
Desde lavar, secar e guardar louças até esquentar uma comida.
Mas isso é completamente diferente de... cozinhar.
Não pretendo descrever as receitas aqui,
mas sim, o que tenho aprendido com elas.
Hoje posso dizer-lhes que a minha experiência tem sido
a cada dia, um aprendizado novo.
Descobri que cozinhar é uma descoberta e tanto!
Obviamente que é necessário algumas competências básicas:
capacidade de observação, memória, atenção e...
.... muita coordenação motora, hehehe...
E treino! Treino constante!
Quanto mais praticar, melhor!
Acredite, melhoramos a cada vez...
E olha que estou falando somente do "operacional"!
(Nem comento sobre temperos, tipo, sal a gosto, rs)
Você já picou cebolas? Pois eu mal sabia descascá-las.
Imagine minhas primeiras tentativas.
Quase piquei meus dedos, rsrs.
Principalmente quando elas me faziam
chorar aos borbotões, kkkkkkk
Mas como na vida,
a culinária é um processo de descoberta.
É como o bebê que começa a andar.
A cada passo, quer avançar, não desiste.
Quer descobrir o que tem no outro recinto,
Descobrir um novo mundo,
mexer em coisas que não podia antes.
Assim é na culinária.
Quando menos percebemos, já sabemos algumas coisas, hehe...
A conquista, a vitória se dá quando provamos
a nossa capacidade de realização
ao percebermos que a comida ficou saborosa.
A sensação é única!!! Fantástica!!!
Tem sido assim cada vez que testo uma nova receita.
No começo, nem acreditava ser capaz!
Hoje sinto orgulho. Orgulho por não ter desistido.
E aprendi o essencial:
Tanto na culinária, como em qualquer situação,
Tudo deve ser feito com AMOR!
O resultado é fantástico!
Esse é o principal ingrediente da VIDA!
Futuramente, estarei compartilhando mais aprendizagens
desse meu novo papel, hehe... e adianto-lhes uma coisa:
Aprendo melhor com as coisas mais simples!!
Na culinária e... na vida!!
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Se reuniram e começaram a escolher as disciplinas.
O pássaro insistiu para que o vôo entrasse. O peixe, para que o nado fizesse parte do currículo também. O esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. O coelho queria de qualquer jeito a corrida.
E assim foi. Incluíram tudo, mas cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos.
O coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa, coelho!". Ele saltou lá de cima e quebrou as pernas. Não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, nem cavar buracos.
MORAL DA HISTÓRIA: Todos nós somos diferentes. Cada um tem uma coisa de bom. Não podemos forçar os outros a serem parecidos conosco. Vamos acabar fazendo com que eles sofram, e no final, não serão nem o que nós queríamos, nem o que eles eram.
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias. Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação. Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado. Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos, o que tentamos camuflar. Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar. Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer “oi” ou “como vai?” Difícil é dizer “adeus”. Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados. Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica, quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado. Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras. Difícil é segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber. Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade. Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria...
Fácil é dar um beijo. Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida. Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica. Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho.
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.
(Carlos Drummond de Andrade)
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Grande Drummond!
De forma poética e simples, apresenta a diferença entre o que é fácil e difícil.
Só quem viveu ou vive situações como essas, consegue sentir na pele como tudo isso é verdade!
Todos conhecem a história da velhinha contrabandista. Todos os dias, uma velhinha atravessava a ponte entre dois países, de bicicleta e carregando uma bolsa.
E todos os dias era revistada pelos guardas da fronteira, à procura de contrabando. Os guardas tinham certeza que a velhinha era contrabandista, mas revistavam a velhinha, revistavam a sua bolsa, e nunca encontravam nada. Nada.
Todos os dias, a mesma coisa: nada. Até que um dia um dos guardas decidiu seguir a velhinha, para flagrá-la vendendo a muamba, e ficar sabendo o que ela contrabandeava e, principalmente, como.
E seguiu a velhinha até o seu próspero comércio de bicicletas e bolsas.
(L. F. Veríssimo) _______________________________
Como todas as fábulas, esta traz uma lição, só nos cabendo descobrir qual.
Significa que quem se concentra no mal aparentemente disfarçado descuida do mal disfarçado de aparente, ou que muita atenção ao detalhe atrapalha a percepção do todo,
Ou que o hábito de só pensar o óbvio é a pior forma de distração...
Conheci esse vídeo através do meu amigo Fernando. (Obrigado por compartilhar e, principalmente, por saber que existem pessoas como você!) Você é iluminado por Deus e agradeço por ser meu amigo.
Fiquei impactado quando assisti. Não sei você, mas eu sou assim.
Tem vídeos que me sensibilizam, tocam no fundo da alma... ... e marcam pra sempre.
É impressionante como a reação da jurada é algo que ocorre de tempos em tempos em programas similares.
Pela aparência ou modo de se expressar de um candidato(a), é feito um julgamento antes mesmo da apresentação. (como as pessoas gostam de julgar sem conhecer... humpf). E acabam revelando como são.
Mas, em contrapartida, é incrível ver toda a sensibilidade do outro jurado.
Enfim, perceber que pessoas como o John Lennon da Silva, criam um diferencial, não só pelo talento ou competência em algo que faz, mas sobretudo, pela humildade e simplicidade.
Sua apresentação é além da técnica!! Toca fundo em meu coração! Obrigado, John Lennon!! Sucesso pra você, rapaz!!
Os verdadeiros ídolos são assim. Passam a sua verdade de maneira simples, sem qualquer arrogância.